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Monumentos Évora

Anta da herdade da Galvoeira

Descrição:                 

Monumento funerário megalítico construído entre os inícios do 4.º e meados do 3.º milénio a.C. Esta anta apresenta as características formais típicas do denominado “universo megalítico eborense”, cujo protótipo é considerada a Anta Grande da Comenda. 
Apresenta uma câmara funerária de planta poligonal e o respectivo corredor de acesso com planta quadrangular oval, estruturado com quatro esteios realizados em xisto.
            Quanto à cobertura, enquanto que a da câmara é constituída por uma laje granítica de grandes proporções, a do corredor foi realizada com pequenos dintéis, igualmente de granito, colocados de maneira sequencial. A entrada para este corredor é formada pelos respectivos esteios das ombreiras, bem como pelo dintel de cobertura que a remata, e que seria fechada na origem por uma laje.

Localização:

A 1 km do monte da Herdade da Galvoeira, pode ver-se a Anta da Herdade da Galvoeira. Monumento histórico que possui um corredor em estado de conservação e uma câmara poligonal com esteios de granito e xisto. A arquitectura funerária e as suas características particulares inserem-no no conjunto de megálitos típicos do aro eborense.

Herdade da Galvoeira 
Distrito: Évora
Concelho: Évora
Freguesia: Nossa Senhora de Machede

Classificação:

Classificado como Monumento Nacional.

Anta da Herdade da Murteira

Descrição:

Situada em plena planície alentejana. O megálito tem uma câmara poligonal, constituída por sete esteios todos eles atingindo a altura de 7 metros. A cobertura encontra-se partida, restando apenas três grandes fragmentos no interior. São igualmente visíveis dois esteios partidos depositados no interior da câmara. Com uma típica arquitectura funerária, este monumento apresenta todas as características do megalitismo da região de Évora.

Classificação:

Monumento Nacional desde 1910

Localização:
Herdade da Murteira 
TORRE DE COELHEIROS
Distrito: Évora
Concelho: Évora
Freguesia: Torre de Coelheiros

Anta da herdade da Tisnada

Descrição:

A Anta da herdade da Tisnada pertence, cronologicamente, entre o início do 4.º milénio e meados do 3.º milénio a. C. Esta estrutura funerária encontra-se bastante deteriorada, embora ainda se percepcione a sua composição original.
Assim, para além da típica câmara funerária, de planta poligonal alongada, com cerca de 3 m de diâmetro, esta anta ainda conserva cinco dos nove esteios que formariam a respectiva câmara, elevados a cerca de 1,5 m de altura a partir da superfície do solo. Esta Anta está integrada numa mancha megalítica de grande densidade.

Localização:
TORRE DE COELHEIROS
Distrito: Évora
Concelho: Évora
Freguesia: Torre de Coelheiros
Freguesia: Torre de Coelheiros

Anta da Herdade de Montinho

Descrição:

Trata-se de um monumento sobre o qual, infelizmente, se perdeu há muito o rasto, embora as últimas investigações pareçam apontar para a sua identificação com a Anta do Paço das Vinhas.
            Esta realidade está relacionada com vários factores, de entre os quais se destaca o facto de existirem diversos locais na zona com a mesma toponímia, mas onde não existe qualquer anta. Do mesmo modo, localizam-se diversas antas que, no entanto, parecem não corresponder à Freguesia à qual tem sido tradicionalmente associada, ou seja, a de São Bento do Mato.

Classificação:

Classificada como Monumento Nacional

Localização:

Herdade de Montinho 
Nossa Senhora de Machede
Distrito: Évora
Concelho: Évora

Anta da Herdade do Silval

Outras Designações:
Anta do Silval e Anta de Silvadas

Descrição:
Construído entre o 4.º e os inícios do 3.º milénio a. C., a estrutura deste monumento funerário pré-histórico apresenta características do denominado “universo megalítico eborense” (cujo protótipo se considera ser a Anta Grande da Comenda da Igreja, em Montemor o Novo).

Trata-se de uma anta de planta longitudinal constituída pela respectiva câmara funerária, de planta centralizada poligonal, erigida com 7 esteios com c. de 3, 5 m de diâmetro, sendo o corredor de acesso ao seu interior de planta quadrangular oblonga, com c. de 4 m de comprimento, 1, 90 m de altura e 1, 60 m de largura.

Uma das principais características desta construção assenta, precisamente, no facto de apresentar uma cobertura diferenciada na câmara e no corredor. Assim, enquanto a primeira foi executada com uma laje de granito, o corredor de acesso à câmara funerária foi coberto com 7 dintéis, contruídos com lajes graníticas dispostas sequencialmente.

Três destes dintéis encontram-se apeados. O acesso ao corredor efectuava-se por uma abertura fechada por uma laje já inexistente. Será, ainda, de salientar a permanência de vestígios da mamoa que cobria por completo toda esta estrutura.

Anta da Herdade do Zambujal

Descrição/Curiosidades:

A Herdade do Zambujal é rica em vestígios arqueológicos da época pré-histórica e romana. Aqui encontra-se um conjunto de penedos graníticos de grandes dimensões, que deverão ter sido utilizados para fins funerários ou serviram de abrigo a comunidades pré-históricas como atestam alguns vestígios de cerâmica encontrados e a existência de covinhas nos penedos. Existe também uma sepultura escavada na rocha de época medieval.

Localização:
Herdade do Zambujal do Conde 
AZARUJA
Distrito: Évora
Concelho: Évora
Freguesia: São Bento do Mato

Anta da Venda do Duque

Localização

 Situada junto à bacia hidrográfica da Ribeira de Fargela, isolada e harmonizada com o meio envolvente, a Anta da Venda do Duque encontra-se muito destruída. Da sua estrutura restam apenas três esteios cravados «in situ».

ARRAIOLOS
Distrito: Évora
Concelho: Arraiolos
Freguesia: Arraiolos

Anta de Paredes

Descrição:

Monumento funerário do 4º-3º milénio a.C. inserido na tipologia megalítica do aro eborense, cujo protótipo é a Anta da Herdade das Comendas, em Montemor-o-Novo. (Monumento Nacional)

Localização
– Monte de Sousa
S SEBASTIÃO DA GIESTEIRA
Distrito: Évora
Concelho: Évora
Freguesia: São Sebastião da Giesteira

Anta de Pinheiro do Campo

Descrição:

Composta por  uma câmara poligonal subcircular, coberta por uma pedra maior, a “tampa”, “chapéu” ou “mesa”, e por um corredor mais baixo que a câmara, que lhe servia de acesso, coberto por sua vez por tampas  monolíticas.

Inicialmente escavada por Gabriel Pereira no século XIX, trata-se de uma anta característica daquele que se poderá considerar como o “universo do megalitismo eborense”. Este monumento possui uma pequena câmara poligonal alongada, cujo diâmetro varia entre os 2,5 m e os 3 m. 
Em conjunto com a laje de cobertura, toda a estrutura mede de altura cerca de 1, 80 cm, enquanto o vão de entrada da câmara apresenta uma largura de cerca de 1 m. Quanto ao corredor desta edificação, possui cerca de 2,5 m de comprimento e 1, 30 m de largura, observando-se a existência de dois esteios laterais sensivelmente a um metro da entrada da respectiva câmara. De salientar o facto desta estrutura funerária apresentar ainda vestígios da mamoa que cobria todo o monumento.

Classificação:

Datada no Período do Neo-Calcolítico, classificada como monumento Nacional.

Localização:

 Situado junto à estrada trajecto Évora – S. Sebastião da Giesteira, do lado esquerdo. 

Anta Grande do Zambujeiro

Localização:

Monumento megalítico localizado, próximo de Valverde – Evora – Alentejo – Portugal, um dos maiores que existem na Península Ibérica.

Cronologia e descrição:

Foi construido entre 4.000 e 3.500 antes de Cristo. Consiste numa única câmara utilizada durante o neolítico como um local de enterro e possiveis cultos religiosos. A câmara em forma poligonal é feita de sete enormes pedras de 8 metros de altura. Originalmente eram cobertas por uma pedra com 7 metros de largura. Um corredor com 12 metros de comprimento, 1,5 metros de largura e 2 de altura conduz-nos até á camara. A entrada estava assinalada por um enorme menir decorado actualmente tombado.

Curiosidades:

Uma grande quantidade de achados arqueológicos encontrados durante as escavações encontram-se, no museu de Évora. Dada a enorme importancia a Anta Grande do Zambujeiro foi declarada património de interesse Nacional em 1971 pelo D.L. 516/71, de 22 de Novembro. Este impressionante monumento ilustra a capacidade técnica e a complexidade da organização social das populações neoliticas que o construiu.

Anta do barrocal

A Anta do Barrocal é um dólmen com corredor do período Neo-Calcolítico/Calcolítico que existe no Monte do Barrocal, em Nossa Senhora da Tourega, Évora, Portugal. Trata-se de um Monumento Nacional classificado pelo IPPAR em 1910

A anta tem uma câmara poligonal quase intacta, com 2 metros de altura e 3 metros de diâmetro, com sete esteios verticais e uma laje de cobertura. Restam apenas 2 esteios fracturados do corredor, à boca da câmara. Da mamoa que a deverá ter uma dia coberto não restam quaisquer vestígios evidentes.

Localização:

NOSSA SENHORA DA TOREGA
Distrito: Évora
Concelho: Évora
Freguesia: Nossa Senhora da Tourega

Descrição:

Situada a cerca de 200 m a SW. do Monte do Barrocal, esta anta é uma construção monumental composta por uma câmara com planta centralizada poligonal e um corredor de acesso com planta quadrangular oblonga. O monumento, com cerca de dois metros de altura e três de diâmetro, mantém praticamente intacta a estrutura da câmara poligonal. Apresenta sete esteios erguidos e cobertura «in situ». Do corredor restam dois esteios fracturados, no interior da câmara, e não são visíveis quaisquer vestígios da mamoa. Classificado como Monumento Nacional em 1910, este megálito insere-se nos monumentos típicos do círculo eborense.

Anta do paço da vinha

Classificação:

A Anta do Paço da Vinha, Anta do Paço das Vinhas ou ainda Anta 1 da Herdade do Paço das Vinhas está classificada como Monumento Nacional desde 1910  e integrada num dos Circuitos Megalíticos do concelho de Évora.

Localização:

 ÉVORA
Distrito: Évora

Concelho: Évora
Freguesia: Évora (Sé e São Pedro)

Situa-se na freguesia de Sé e São Pedro, na Herdade do Paço das Vinhas, 500 m a NNE do Monte das Vinhas, na margem sul do Rio Degebe.

Descrição:

A Anta do Paço da Vinha é um monumento que se mantém em magnífico estado de conservação. A câmara de forma poligonal alongada é constituída por um grande dólmen de corredor, conservando sete esteios, todos «in situ». Apresentando-se este decorado com covinhas. O corredor conserva-se numa extensão de 9,30 m. A laje de cobertura encontra-se intacta. A entrada na câmara faz-se por um vão com cerca de 1 metro de largura. O longo corredor de acesso forma um pequeno átrio e apresenta seis esteios de cada lado e duas lajes de cobertura. Em torno da anta, existem vários esteios.

Anta do Tapadão

Descrição:

  • A Anta da Aldeia da Mata ou Anta do Tapadão é um monumento megalítico com mais de cinco mil anos de idade situado a dois quilómetros de Aldeia da Mata, no concelho do Crato.
  • Caracterizado pelo seu grande porte, talvez seja o maior de sua natureza em Portugal, encontrando-se em muito bom estado de conservação.
  • Constituído por sete esteios de granito de grande envergadura, em média com mais de seis metros de comprimento (um encontra-se partido a meio), os quais são encimados por uma enorme pedra que lhe serve de mesa ou chapéu.
  • Com a entrada virada correctamente para o nascente, é complementada por um corredor de dez metros de comprimento, lateralizado por blocos também de granito. A boca da câmara foi fechada por um enorme bloco de pedra com cerca de três metros de largura, maior em tempos imemoriáveis, onde ainda permanece.
  • A quando da sua escavação foi encontrado um riquíssimo espólio de vasos de cerâmica, flechas, facas, machados, adornos femininos, ossos humanos e de animais, um báculo e placas-ídolo (uma que é única na península), em memória à terra mãe.

Classificação:

Está classificado como Monumento Nacional pelo IPPAR desde 1910.

Localização:

- Coutada dos Barros
ALTER DO CHÃO
Distrito: Portalegre
Concelho: Alter do Chão
Freguesia: Alter do Chão

Curiosidades:

A presença de vestígios da ocupação humana na região remonta à época pré-histórica e a testemunhá-lo está este monumento, composto por oito esteios ainda em posição vertical.

Conjunto megalítico de vale do Rodrigo

Descrição:

Grande menir derrubado (destruído), de forma ovóide alongada e achatada, com decoração nas duas faces, composta sobretudo por motivos circulares e subcirculares e um possível báculo.

Contexto arqueológico:

O monólito encontra-se junto ao limite exterior da mamoa do tholos megalítico de Vale de Rodrigo, do lado Nascente. Nessa área, conhecem-se vários monumentos funerários megalíticos e submegalíticos, assim como vestígios de habitat neolíticos e calcolíticos.

Contexto paisagístico:

O conjunto localiza-se numa vertente pouco inclinada exposta à Nascente. Nas imediações, não existem afloramentos graníticos, embora estes ocorram a menos de 1 Km.

Observações:

Trata-se de um dos primeiros menires identificados na área de Évora (Leisner, 1944). A sua associação espacial com o dólmen de falsa cúpula, levou a considerá-lo como um marco indicador e, mais tarde, a mesma associação serviu de base a uma proposta de cronologia tardo-neolítica, para os menires em geral.

  

Cromeleque  da Portela de Mogos

Descoberta:

Este Imóvel de Interesse Público (IIP) foi descoberto em 1966. E com este achado descobriu-se a existência de uma floresta aberta quercos, como os Anthoceros, Riccia, Compositae, e Cistus. A flora mantém-se actualmente.

Numa escavação mais recente (1995-1996) descobriram que pelo menos seis menires são de faces planas, talhadas depois de os terem erguido, pois encontravam-se pedaços de pedra de volta dos menires. Este conjunto de menires está disposto em forma de estrela. Quatro destes seis menires apresentam traços humanos, uma delas, com 25 metros de altura, tem os seios gravados, acredita-se ser a feminização do monumento que primeiramente era masculino.

Descrição:

Formado por um conjunto de cerca de trinta menires, o Cromeleque de Portela de Mogos foi ainda frequentado, em meados do segundo milénio, com propósitos de índole mágico-religiosos. A presença de fragmentos de taças encontradas, após um abandono ocorrido durante o Calcolítico confirma esta situação.
            Tal como o anterior, o recinto megalítico de Vale Maria Meio é composto por cerca de trinta menires graníticos, formando, actualmente, um arco de ferradura alongado. Nas paredes de dois monólios descobriram-se gravuras como círculos, ferraduras e báculos. Em Dezembro de 1995, foram implantados, com êxito e muito esforço colectivo, dois menires de grandes dimensões.

Localização:

As coordenadas são latitude: 38.561070N longitude: 7.91699W

Nossa Senhora da Graça do Divor, Évora.

Cromeleque dos Almendres

Localização:

O Cromeleque dos Almendres é um monumento megalítico que está situado numa encosta voltada a nascente, na freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe, concelho de Évora, Distrito de Évora.

Trata-se do monumento megalítico mais importante de toda a Península Ibérica, não só devido à sua dimensão, mas também, devido ao seu estado de conservação. É também considerado um dos mais importantes da Europa.

Classificação:

Está classificado pelo IPPAR como Imóvel de Interesse Público desde 1974.

Descoberta e estudo do cromeleque:

O Cromeleque dos Almendres foi descoberto em 1964 por Enrique Leonor Pina, quando procedia ao desenho da Carta geológica de Portugal. Esse cromeleque já teve três campanhas de estudo e escavação.

Estrutura/descrição do monumento:

Os monólitos, alguns com três metros de altura, foram colocados sobre alvéolos ou cavidades, previamente preparados. Actualmente existe a planta da disposição de todos esses monólitos, estando todos numerados, possibilitando a identificação das características individuais de cada um. Os dois recintos contíguos apresentam orientação nascente-poente.

  • O recinto mais a Oeste, em forma de círculo, é o mais antigo e foi edificado no Neolítico Antigo Médio.

É constituído por três círculos concêntricos, apresentando vinte e quatro monólitos. O círculo exterior tem aproximadamente 18,8 metros de diâmetro, e o círculo interior cerca de 11,4 metros.

  • O recinto mais a Leste, em forma de elipse, é o recinto edificado no Neolítico Médio e constituía-se por 56 menires, na sua origem.

Esse recinto é formado por duas elipses concêntricas, em que a maior apresenta as seguintes dimensões: eixo maior 43,6 metros e o menor, 32 metros.

  • No interior do recinto em forma de elipse, foram colocados, já no Neolítico Final, alguns novos menires, assim como foram gravadas algumas figuras em relevo em alguns dos já existentes.

 

Cronologia

A formação desse cromeleque foi iniciada no final do Sexto milénio a.C. e terminada no Terceiro milénio a.C..

  • No Neolítico Antigo Médio foi erigido um conjunto de monólitos, agrupados em três círculos concêntricos.
  • No Neolítico Médio foi erigido um novo recinto com a forma de duas elipses concêntricas, mas irregulares.
  • No Neolítico Final foram acrescentados aos dois recintos existentes alguns monólitos com gravuras de marcada influência religiosa.

 

Menires da herdade da Casbarra

Descrição:

Trata-se de um conjunto de megálitos erguidos entre os inícios do 4.º e os meados do 3.º milénio a. C., correspondendo, “grosso modo” ao denominado “universo megalítico eborense”.
            Constituídos por monólitos graníticos, estes dois monumentos denotam, contudo, algumas diferenças formais entre si.
            De facto, enquanto o Menir 1 – identificado pelo padre Henrique Louro entre as décadas de sessenta e setenta do século XX -, é de grande volumetria, com c. de 4 m de altura, com forma assaz invulgar, de secção elíptica, com c. de 1, 30 cm de diâmetro, alçado rectangular e arestas bastante vincadas, o Menir 2, apresenta pequenas dimensões, forma “almendrada”, do tipo “pedra talha”, encontrando-se prostrado.
            Embora tenha sido pela primeira vez referenciado por J. P. Gonçalves como sendo um menir, a sua forma singular assemelha-se bastante à laje granítica exumada na mamoa da Anta Grande do Zambujeiro.
            De salientar ainda que, tanto o Menir 1 como o Menir 2 não evidenciam qualquer tipo de ornamentação.

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