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Monumentos Mora

Anta da Pavia

A Anta de Pavia, transformada em Capela de São Dinis, é um monumento nacional português localizado na aldeia de Pavia, em Mora, no distrito de Évora. É uma das antas mais importantes de Portugal, tendo o seu recinto e câmara 4,30 metros de diâmetro, 3,30 metros de altura e um capelo com o volume de 3 X 2,60 metros.

A anta foi erguida entre o IV e o III milénio a.C., tendo sido transformada numa capela dedicada a São Dinis ou São Dionísio no século XVII. A transformação do local em monumento cristão terá recebido influências da Anta-Capela de São Brissos no concelho de Montemor-o-Novo.

Foi alvo de escavações arqueológicas no começo do século XX, realizadas por Virgílio Correia. Encontra-se classificada como Monumento Nacional pelo IPPAR desde 1910.

Cromeleque do Monte das Fontainhas Velhas

Restos de cromeleque compostos por seis megálitos do tipo almendrado, cinco considerados in situ (cf. GOMES, 1985), embora apenas três erguidos.

Acesso
A cerca de 100 m da EN 251 de Mora para Pavia, a nascente do caminho vicinal que conduz ao Monte das Fontainhas Velhas. Carta Coreográfica de Portugal, F. 36A, 38.55N/8.6W

Enquadramento
Rural, em encosta de acentuado pendente sobre a Ribeira da Raia, isolado, harmonizado com o ambiente envolvente

Descrição
Restos de cromeleque compostos por seis megálitos do tipo almendrado, cinco considerados in situ (cf. GOMES, 1985), embora apenas três erguidos. Distribuem-se por uma área de c. de 16 m2, formando aparentemente a coroa de um recinto circular. O megálito de maiores dimensões mede cerca de 1.2 de altura e tem cerca de 0.7 m de diâmetro na secção máxima. Os de menores dimensões, mantendo o padrão da secção, medem cerca de 0.5 m de altura.

Utilização Inicial
Cultual

Utilização Actual
Marco histórico-cultural

Época de Construção
Megalítica

Cronologia
Entre 4 Mil. a.C. início e 3 Mil. a.C. – se tomarmos como referência a época geralmente atribuída ao megalítico eborense

Tipologia
Arquitectura religiosa. Pré-história. Cromeleque. Monumento típico do aro eborense, que se pode caracterizar pela configuração almendrada dos megálitos, cujo protótipo se considera o Cromeleque dos Almendres, em Évora.

Características Particulares
É o monumento do género e da tipologia eborense mais setentrional.

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